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26 setembro 2018

Kixicrédito comemora 13 anos de apoio ao microempreendedorismo


28 de setembro é uma data simbólica para a população angolana. Apesar de não ser uma data popular, é neste dia que a Kixicrédito, empresa de microfinanças com maior expressão em Angola, comemora a sua existência. Na próxima sexta-feira, Joaquim Catinda, director-executivo, e a sua equipa irão comemorar mais um aniversário da operadora que apresentou o microcrédito ao país.

 Sem festa formal, mas com muito júbilo. É este o sentimento que irá acompanhar a KixiCrédito no seu 13.º aniversário como instituição oficial de microcrédito. Para trás, fica o tempo em que existia como SLP (Programa de Meios de Vida Sustentáveis), criado nos anos 90, pela Development Workshop (Angola), para apoiar financeiramente a população refugiada em Luanda, durante a guerra civil. Desde então, a KixiCrédito tem acompanhado a população economicamente activa que, por ausência de garantias formais, não é elegível para a banca, tornando assim, reais e sustentáveis os seus negócios. Esta é a premissa global do microcrédito, que a KixiCrédito adoptou para a nossa realidade local, em nome da inclusão social e económica das comunidades vulneráveis dos contextos suburbanos e rurais angolanos.

Neste momento, a KixiCrédito actua em 17 das 18 províncias do país e soma mais de 25 mil clientes activos, entre os quais mais de 60% são mulheres. Um dado que não surpreende, pois é o grupo com menos oportunidades de acesso ao ensino e ao mercado de trabalho formal e a quem cabe a responsabilidade de gerir o espaço doméstico. Com este micro-empréstimo, podem contribuir para o conforto e o bem-estar das suas famílias e para a sua autonomia financeira.

Apesar do crescente sucesso na materialização de milhares de micronegócios sustentáveis em Angola e da sua ética de transparência (é a única instituição de microfinanças angolana que reporta ao MIX Market), a KixiCrédito continua a debater-se com dificuldades no seu financiamento. O grosso dos seus empréstimos provem de financiadores internacionais, os chamados M.I.V. (Veículos de Investimentos em Microfinanças), tais como a REGMIFA/Symbiotics, Trimple Jump, Triodos Bank, Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (AECID), FEFISOL e ainda o IFC.


Em jeito de balanço, e com a autoridade de uma experiência operacional de vários anos, a Kixicrédito projecta um futuro onde a actividade de microfinanças possa ser uma aliada do governo no combate à pobreza, por via da inclusão financeira abrangente. Um horizonte que se adivinha cada vez mais próximo: os bancos já apresentam o microcrédito como um serviço a prestar e o BNA (Banco Central de Angola) apresenta-se mais cooperante com o sector.

Para a Kixicrédito, a aliança entre o Executivo e as sociedades de microfinanças completa-se no momento em que a regulamentação e a configuração legal da actividade se tornem uma realidade. A partir daqui, podem ser criadas condições e incentivos para o financiamento interno, que permitirá alargar os apertados prazos de reembolso que as instituições de microcrédito têm vivido até ao momento, por factores como a exposição cambial associada aos constrangimentos de licenciamentos e reembolso de compromissos com credores internacionais. Com o aumento desses prazos, reduzem-se as taxas de juro aos micro-empreendedores, torna-se o mercado mais dinâmico e competitivo e transforma-se a vida de um maior número de cidadãos.



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