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21 junho 2018

Organização Mundial de Saúde incluiu vício de videojogos na lista de doenças mentais

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou esta segunda-feira que incluiu o “distúrbio do jogo” na lista de doenças que são classificadas como perturbações do foro mental.
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Para o psicoterapeuta in-fantil Nuno Sousa, mais grave do que a “questão patológica é o tipo de relações humanas pobres que estes adolescentes estão a criar”: deixaram de ter amigos com quem falam directamente, discutem e fazem as pazes, para passarem a ter amigos virtuais. O distúrbio foi incluído na 11ª edição da Classificação Internacional de Doenças da OMS, por sugestão de Vladimir Poznyak, membro do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias da organização. 

“Não estou a criar um precedente”, disse o clínico à CNN, sublinhando que apenas seguiu “as tendências e os últimos desenvolvimentos” sobre o assunto. Poznyak acredita que depois de a doença entrar nesta classificação, os profissionais e sistemas de saúde es-tarão mais atentos para a sua existência, o que aumenta a possibilidade de as “pessoas que sofrem dessas condições poderem receber ajuda apropriada.”

Segundo o especialista, há três principais características para o diagnóstico do distúrbio do jogo: quando “o comportamento tem precedência sobre outras actividades”; “é persistente ou recorrente”, apesar das suas consequências negativas, e quando “leva a sofrimento significativo e prejuízo no funcionamento pessoal, familiar, social, educacional ou ocupacional.” Da sua experiência, Nuno Sousa recorda o caso de um adolescente que deixou de ir à escola e que dizia não sentir falta dos amigos, “porque tinha muitos amigos online.”

“Os adolescentes não têm maturidade suficiente para diferenciar que manter um contacto superficial com alguém com quem jogam não é uma amizade completa”, disse o especialista.







Fonte: JA

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