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07 agosto 2017

Calabeto celebra 55 anos de carreira com um grande show no Royal Plaza


No dia em que festejou 55 anos de carreira, o músico angolano Calabeto não deixou os seus créditos em mãos alheias e levou ao rubro, num duplo show (sexta e sábado), o Hotel Royal Plaza.

Foram duas noites memoráveis, enquadradas no projecto musical Show do Mês, organizado pela Nova Energia.

Tudo começou na sexta-feira (dia 4) e culminou no sábado (05) com um concerto magistral, onde se destacou o tema “Bomba”, uma das músicas mais badaladas de 2017. A música é um dueto entre Calabeto e Matias Damásio, mas na ausência deste, como foi o caso, Mister Kim, com mestria, acampanhou “Kota Bué”, como também é conhecido Calabeto nesta empreitada.

Dos 22 temas interpretados pelo músico, que completou 55 anos de carreira, Bomba foi o penúltimo e foi recebido como uma verdadeira Bomba, deixando a sala em “alvoroço”. O público pediu bis, mas o artista não cedeu e continuou a sua caminhada sonora, encerrando o show com “A vitória é  certa”.

No entanto, os espectadores não viram e ouviram apenas estas duas músicas. Os concertos, com duração de cerca de uma hora e 45 minutos, abriram com “Ai Nzambi”, passando por sucessos como “MbizaUkusuka”, “Tua bombo tua lemba”, João Capo”, passando, entre outros, pelas suas influências latinas e brasileiras.

O primeiro convidado a subir ao palco foi Voto Gonçalves, que cantou “Caminho incerto” e “Zakumba”, criando o primeiro grande momento nostálgico. O autor da música “Pão com chouriço” cantou, dançou e quase chorou de emoção, enquanto a plateia o acompanhava em uníssono.

Patrícia Faria também fez parte da festa que assinalou o 55º aniversário da carreira de um dos mais conceituados músicos do país, efectuando um dueto com o mesmo no tema “Vida triste”.

Ainda assim, a noite tinha “dono” e este, com os gestos que lhe são característicos e dança, mostrou que é um autêntico “Show Man” e transmitiu a mesma energia ao público, que não parou de dançar. Com lotação esgotada (cerca de quinhentas pessoas), os espectadores não tinham espaço para dançar, mas mesmo assim não deixavam de fazê-lo a partir do assento.

Com o seu Kimbundu refinado, Calabeto conseguiu preencher o vazio deixado na memória dos fãs e quiçá conquistar novos.

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